fbpx


News

GRID VIEW

No more posts

Receita para 12 Biscoitos

Ingredientes:

60g Cacau Magro em Pó;

30g de Adoçante em Pó;

3 Claras de Ovo – Batidas em Castelo;

1 Colher de Chá de Canela;

OPCIONAL: Juntar 30g de Amêndoas ou Nozes Picadas;

IMG_1408

Preparação:

Numa tigela grande, misture todos os ingredientes;

Forre um tabuleiro com papel vegetal e com uma colher de sopa coloque a massa em pequenos montes;

Leve num tabuleiro ao forno, a 180º durante 15 minutos.

IMG_1409

IMG_1411

Informação Nutricional por 12 Biscoitos: 

Calorias: 335;

Proteína: 26 g;

Hidratos de Carbono: 42 g;

Fibra: 23 g;

Gordura: 7 g.

IMG_1413

IMG_1413


prohormone-myths-truths-2.png

 

Há muito tempo, numa galáxia distante, viviam no planeta célula, os codões. Esta raça simples era criada a partir de uma matriz desoxirribonucleica e venerava os grandes deuses Bicipetenegger e Dorsal Yates. Para impedir uma grande tragedia, um codão chamado de aminoácido, mandou vários esquadrões de codões em navóproteinas para combater a força do mal catabolizadora e por fim restaurar de novo a paz anabólica.

Para muita gente quando se fala em aminoácidos ou proteínas, soa a algo deste género. Realmente tudo o que toca a ciclos e sínteses naturais tem algo de ficção científica.

Mas deixando um pouco a ficção cientifica…. As proteínas são compostas de aminoácidos. Para ser mais fácil de compreender, vamos imaginar que o nosso corpo é uma bicicleta e que cada aminoácido é um elemento metálico da corrente. Essa corrente é o que vamos chamar de proteína e que cada proteína tem uma sequência específica de aminoácidos. Como sem corrente não é possível  andar de bicicleta, o mesmo se aplica ao nosso corpo. No aminos, No party!

Cada proteína desempenha uma função diferente no nosso corpo. Por incrível que pareça há certas doenças genéticas que estão ligadas á síntese (em excesso/deficiência) de certas proteínas. Mas não se assustem, pois vossa whey (ou outros tipos de fonte de proteína que utilizem) dificilmente será a culpada.

E repararam que falamos em genética? Pois tudo se resume às nossas células e ao nosso DNA. A síntese proteica está intrinsecamente ligada a esta problemática, por isso não culpem a vossa glutamina ou bcaa’s se não estiverem a ganhar 30 kg de músculo por dia (valor meramente exemplificativo e hiperbólico).

Para muita gente que pergunta o que será uma proteína ou como encontrar uma proteína, 90% por cento das vezes o nome tem terminação em “ina” (em Português).   Mas podem sempre pesquisar no vosso motor de busca (o ingrediente) que devem encontrar uma boa fonte de informação e fidedigna.

As diferenças entre tomar aminoácidos e ingerir uma proteína, simplificando, são apenas três: Um aminoácido encontra-se numa forma livre e uma proteína, contém aminoácidos, mas estes encontram-se ligados (a tal corrente no exemplo acima dado). A velocidade de absorção (digestão) é maior quando em forma livre e as concentrações de certos aminoácidos podem ser maiores ou menores em algumas proteínas (daí a importância de uma dieta com varias fontes de proteína diferentes).

As proteínas e aminoácidos são assuntos bastante vastos e não dá para tocar em todos os aspetos num pequeno texto. Por isso mesmo iremos lançar uma sequência de textos sobre esta imensidão de conceitos/compostos para facilitar a escolha de suplementos mais eficaz.

Até lá

 



 

Devido à grande popularidade deste método de dieta e à grande quantidade de perguntas que recebemos sobre este tema,  decidimos então prestar mais alguns esclarecimentos:

  • Carb cycling significa uma variação do consumo de hidratos de carbono, ao invés de os consumir linearmente ao longo da dieta.
  • Existem inúmeras variações deste método, mas na maioria dos casos todos acabam por produzir os mesmos resultados.

Definam os vossos macros para que se adequem aos VOSSOS objetivos.  O único método eficaz para perdermos massa gorda é implementarmos um défice calórico na nossa dieta.

Se estão a comer aproximadamente 200g de hidratos por dia, isto será exatamente o mesmo do que ingerir:

150g segunda 150g terça 200g quarta 200g quinta 400g sexta 100g sábado 200g domingo

No final da semana, em ambos os métodos, foram ingeridos um total de 1400g de hidratos de carbono, que como eu referi anteriormente, vai originar exatamente o mesmo resultado final…

É o carb cycling uma dieta milagrosa? Não, é apenas mais uma forma de “cortar o bolo”, ou seja, de dividir uma determinada quantidade em parcelas.

 



 

Um mau preparador, normalmente, trata os seus clientes do seguinte modo:

  1. Envia um plano alimentar para o cliente seguir como fosse uma receita.
  2. Limita os seus clientes no que respeita à escolha de alimentos.
  3. Um mau preparador não menciona ao seu cliente os macronutrientes e fibra necessários numa dieta.
  4. Prescreve aos seus clientes uma quantidade absurda de exercícios cardiovasculares.
  5. NUNCA comprova com dados científicos as suas alegações.
  6. Usa a sua forma física para justificar as suas alegações.
  7. Recomenda um suplemento sem justificar, limitando-se a dizer que o suplemento “funciona”.
  8. Valoriza o número de refeições, as horas a que ingere determinados alimentos e nutrientes e outras restrições enganosas como o cardio em jejum.

Um bom preparador, que é aquele que lhe vai conseguir orientar num plano de acompanhamento personalizado, envolvendo todas as áreas do mesmo (exercício e nutrição), de modo a lhe garantir que irá rigorosamente atingir os objetivos a que se propõe. Ou seja, não podem existir “receitas” generalizadas, pois cada caso terá a sua especificidade, quer pelas diferenças entre os indivíduos quer pelos diferentes objetivos que pretendem alcançar.

Muito importante é que o seu preparador saiba analisar e trabalhar o seu caso específico; que não se limite a orientá-lo por “fórmulas” pré-concebidas; que seja um técnico atento aos métodos mais inovadores de treino, pois esta é também uma área que está sempre a inovar e a desenvolver novas metodologias científicas.

 


cozinharzeite-2.jpg

 

O Azeite é composto na sua maioria por ácidos gordos insaturados. (acido gordo = gordura)

Molecularmente falando, um acido gordo insaturado é mais instável do que um saturado devido à sua estrutura não paralela.

O facto da sua estrutura ser mais fraca resulta num ponto de ebulição mais baixo, cerca de 160 graus celsius, em comparação com óleos que apresentam maior concentração de ácidos gordos saturados.

Ao quebrar a sua estrutura molecular com a acção do calor, este acido gordo vai-se transformar, e daí o termo gorduras TRANS…  Esta reacção liberta vários radicais livres, estes podem danificar as células do nosso corpo. daí o consumo deste tipo de gorduras provocar o aumento da probabilidade de doenças cardíacas e aterosclerose.

Sendo assim,  o azeite extra virgem não é a melhor opção para cozinhar, existem outros óleos que aguentam temperaturas mais elevadas.

Quanto mais saturada a gordura for, menos provável é que fique rançosa quando utilizada para cozinhar.

De modo a ajudar-nos a fazermos uma boa escolha de um óleo para cozinhar, o quadro abaixo mostra a percentagem de gordura saturada, monoinsaturada e polinsaturada em vários tipos de óleos. Por exemplo, o óleo de cocô, seria uma boa escolha para cozinhar, uma vez que tem 91% de gordura saturada, enquanto o óleo de cártamo não deve ser usado, pois tem 75% de gordura polinsaturada.

Óleo % gordura monoinsaturada % gordura poliinsaturada % gordura saturada Ponto de Ebulição (ºC)
Óleo de Abacate 70 10 20 271
Óleo de Amêndoa 78 17 5 215
Óleo de Canola 54 37 7 204
Óleo de Coco 7 2 91 176
Óleo de Linhaça 19 72 9 107
Óleo de Semente de Uva 17 71 12 204
Óleo de Noz de Macadâmia 85 6 9 210
Óleo de Amendoim 47 29 18 160
Óleo de Semente de Cânhamo 12 80 8 165
Óleo de Palma Vermelha 40 10 50 232
Óleo de Farelo de Arroz 48 35 17 254
Óleo de Cártamo 13 75 12 107
Óleo de Gergelim 42 45 17 176
Óleo de Girassol 23 65 12 107
Óleo de Noz 25 56 18 160

Não devemos deixar que os óleos atinjam o seu ponto de ebulição enquanto cozinhamos. O ponto de ebulição é quando o óleo atinge uma temperatura em que começa a quebrar rapidamente, assim, o óleo pode-se tornar mais escuro, mais grosso ou até ficar com um mau odor.

 


insulin-sensitivity-is-the-key-to-fat-loss-2.jpg

 

Depois de uma refeição normal, a libertação de insulina pelo pâncreas, sinaliza o encerramento da libertação de ácidos gordos provenientes do tecido de massa gorda, aumentando assim a captação dos ácidos gordos.

Uma das explicações mais comuns acerca do porquê de ganharmos peso, é a de termos os níveis de insulina elevados, devido ao seu envolvimento no “armazenamento de massa gorda”. Daí o argumento que uma dieta baixa em hidratos de carbono é mais eficaz na perda de massa gorda. Ou seja, supostamente os hidratos de carbono através da estimulação de insulina engordam, apesar da sua contribuição energética através das suas calorias. Supostamente não interessa o quanto comemos, desde que evitemos os hidratos de carbono vamos perder peso. Apesar de serem bastante imprecisas estas afirmações, são um dos grandes mitos que existem a nível de nutrição, o que leva várias pessoas a fazerem dietas reduzidas em hidratos de carbono (as chamadas dietas “low-carb”), em que devido à drástica queda no total de calorias ingeridas até podem perder bastante peso.

Outro dogma em crescimento no mundo do fitness é o que refere que é melhor restringirmo-nos de certos alimentos que contêm hidratos de carbono, quando vamos treinar, devido ao medo que a acção dos hidratos de carbono sobre a insulina afecte a queima de massa gorda estimulada pelo exercício físico. Então, novamente, alguns defensores das dietas “low-carb” argumentam que os hidratos de carbono são o que realmente importa na queima de gordura, devido à sua acção sobre a insulina, deixando assim para segundo plano o exercício físico como um meio de gastar energia para controlarmos o nosso peso.

Então de onde vem toda a energia extra quando consumimos proteína e gordura em excesso? Quais são os efeitos da própria proteína no estímulo da insulina ou o papel da insulina em promover a saciedade? Estas perguntas são muitas vezes esquecidas e não consideradas por aqueles que defendem que a insulina é uma hormona de armazenamento de gordura.

Na realidade, é melhor considerarmos a insulina como uma espécie de “polícia de trânsito”, ou seja, sinaliza para onde os nutrientes devem ir e é a principal hormona que diz ao corpo o que fazer com a energia do alimento acabado de ingerir. Por exemplo, quando os hidratos de carbono ou proteína são ingeridos, a insulina orienta o organismo para queimar hidratos de carbono ou proteína, em vez de usar a gordura. Quando, principalmente, ingerimos gordura, a falta de resposta por parte da insulina orienta o corpo a queimar a gordura que acabamos de ingerir.

Em conclusão, nós queimamos o que comemos. Só posteriormente a este processo é que vamos queimar a massa gorda que temos armazenada. No final do dia, a equação do total de massa gorda que em 24h entra e saí das nossas células de gordura não depende dos picos de insulina.

Referências:

  1. Acheson KJ. Diets for body weight control and health: the potential of changing the macronutrient composition.Eur J Clin Nutr. 2012 doi: 10.1038/ejcn.2012.194.
  2. Belza A, et al. Contribution of gastroenteropancreatic appetite hormones to protein-induced satiety. Am J Clin Nutr. 2013 doi: 10.3945 / ajcn.112.047563
  3. Henson et al. Associations of objectively measured sedentary behaviour and physical activity with markers of cardiometabolic health. Diabetologia. doi: 10.1007/s00125-013-2845-9.
  4. Saltiel AR, Kahn CR. Insulin signalling and the regulation of glucose and lipid metabolism. Nature. 2001. doi:10.1038/414799a
  5. Soenen S, et al. Normal Protein Intake Is Required for Body Weight Loss and Weight Maintenance, and Elevated Protein Intake for Additional Preservation of Resting Energy Expenditure and Fat Free Mass. J Nutr. 2013. doi:10.3945 / jn.112.167593
  6. Westerterp-Plantenga MS, et al. Dietary protein – its role in satiety, energetics, weight loss and health. Br J Nutr.2012 Aug;108 Suppl 2:S105-12. doi: 10.1017/S0007114512002589.
  7. Wolfe R. The underappreciated role of muscle in health and disease. Am J Clin Nutr. 2006;84:475-82.

 


logo site alternative light

A Team Transformerz promove uma abordagem de orientação nutricional equilibrada e flexível, sem planos e horários restritos. Deste modo, cada um gere a sua ementa cada dia, adaptando-a à sua rotina e preferência!

Métodos de Pagamento:

Marca Registada em Portugal e na União Europeia.

OFERECEMOS 2000€ EM DINHEIRO + 1500€ EM SUPLEMENTOS PROZIS!

 

SERÃO PREMIADAS AS 6 MELHORES TRANSFORMAÇÕES SINGULARES E AS 2 MELHORES TRANSFORMAÇÕES DE CASAL.

QUER SABER MAIS INFORMAÇÕES?

NOVO DESAFIO SUMMER SHAPE!


*Os dados fornecidos no formulário acima serão apenas utilizados pela Team Transformerz, nunca sendo partilhados com terceiros.

Obrigado pela sua preferência!

Entraremos em contacto consigo brevemente.

Quer ser contactado? Nós ligamos!

 

[contact-form-7 id="8091" title="Quero ser contactado"]