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Este é o único tipo de cardio que regularmente devemos fazer de manhã, pois como podem ver neste artigo científico http://www.jissn.com/content/11/1/54/abstract o cardio em jejum não trás quaisquer benefícios adicionais.

Podemos então concluir que não é relevante, em termos de perda de massa gorda, fazermos o nosso cardio em jejum, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam. A maioria das pessoas pensa na quantidade de massa gorda que estão a queimar durante o exercício físico e não no que está a acontecer ao longo de cada 24 horas. Quando o défice calórico total é o mesmo ao longo de um período de 24 horas, a perda de gordura também será a mesma se todos os outros factores se mantiverem iguais (como por exemplo, o consumo de proteína).

Atenção! Pois a frase que escrevemos foi esta “o cardio em jejum não trás quaisquer benefícios adicionais”. Neste caso, devemos sublinhar a palavra adicionais. Por exemplo, se um certo indíviduo que está a fazer uma dieta com um défice calórico, começa a estagnar nos seus resultados, evidentemente, se inserir o cardio em jejum irá ter resultados, pois irá aumentar esse défice calórico através deste tipo de cardio. Ou seja, o que este artigo refere é que não existem ganhos adicionais em fazermos o nosso cardio em jejum, comparando com outros tipos de cardio. O grande problema de uma sessão de cardio com intensidade moderada é que apesar de ser bastante eficaz a curto prazo pois queima uma boa quantidade de calorias rapidamente o nosso corpo pode se adaptar a este tipo de cardio e começar a ficar dependente deste.

No caso dos atletlas, estes não podem ficar dependentes de fazer cardio em jejum para terem sucesso na perda de massa gorda. A perda de massa gorda não é um processo imediato, pois ocorre ao longo de dias e não em horas.

Quando fazemos cardio em jejum temos a vantagem de nos permitir fazer 2 sessões de cardio diárias, o que também não deve ser solução, pois acreditamos que a dieta deve ser a base de todos os nossos resultados e não podemos ficar dependentes mais uma vez das sessões de cardio para obtermos os nossos resultados. Isto iria-nos fazer ficar reféns do défice calórico induzido por estas sessões de cardio.

Falando em termos mais científicos, em geral se queimarmos mais gordura durante o exercício físico iremos queimar mais hidratos de carbono em repouso e vice-versa. Ou seja, o cardio em jejum reduz o efeito termogénico, em comparação quando comemos antes de fazer uma sessão de cardio. Sendo assim, se comermos antes de o exercício físico aumentamos a queima de gordura através do aumento da temperatura corporal e da nossa taxa metabólica (efeito termogénico).

Por outro lado, a perda de massa gorda é um processo que envolve dois factores: a lipólise e a oxidação. A lipólise é o processo de libertar os ácidos gordos do nosso tecido adiposo despejando-os na corrente sanguínea, onde tecidos como coração, fígado e o músculo podem absorvê-los e oxidar-los para a produção de energia. Durante o exercício físico, o que limita a perda total de massa gorda, é a oxidação e não a lipólise. Ou seja, durante o exercício físico o nosso corpo tende a libertar muito mais ácidos gordos do que realmente é capaz de oxidar para a produção de energia. Os ácidos gordos em excesso, que não são oxidados, são simplesmente restaurados de volta para o tecido adiposo.

Em conclusão, o cardio em jejum provoca uma maior libertação de ácidos gordos livres do que as formas tradicionais de cardio. No entanto, isto não significa que aumente a taxa de oxidação. Sendo assim, não há diferença entre a perda de massa gorda entre o cardio tradicional e o cardio em jejum.

Por outro lado, o cardio feito em HIIT, trás imensos benefícios que os outros tipos de cardio não trazem, pois já foi provado ser mais benéfico para a perda de massa gorda a longo prazo, bem como mais eficazes na manutenção de massa muscular. De qualquer modo, recomendamos a leitura destes 2 artigos científicos que demonstram as grandes vantagens em implementarmos o cardio HIIT na nossa rotina:

http://www.fmh.utl.pt/…/112/LaursenIntervalTraining.pdf 

http://www.jissn.com/content/11/1/16

Como já vos explicámos, se estivermos interessados em construir um físico atlético e muscular então o HIIT (treino de alta intensidade intervalado) deve ser o tipo de cardio mais proeminente incluído na nossa rotina. Tem sido provado, ao longo dos anos, que o HIIT é mais benéfico na perda de massa gorda a longo prazo e ajuda na retenção de massa muscular quando estamos a fazer uma dieta equilibrada.

Podemos fazer estas sessões em qualquer sítio, por exemplo, podemos fazer sprints na rua durante 15-30 segundos de intensidade máxima, seguidos de uma recuperação em baixa intensidade de 1-3 minutos. Depois podemos, facilmente, ir aumentando o nível de dificuldade das nossas sessões, pois basta irmos aumentando a duração da intensidade, ou reduzir o tempo de recuperação, ou aumentar o número de sprints. O importante nas sessões de HIIT não é a velocidade que atingimos mas sim a intensidade com que fazemos os intervalos.

Nós não estamos a dizer que devemos fazer HIIT todos os dias, pois isso levaria a um decréscimo na intensidade dos nossos treinos de hipertrofia. Por outro lado, também não estamos a dizer que o cardio de baixa intensidade é inútil. Devemos apenas usar uma combinação de ambos para maximizar a perda de massa gorda, sem prejudicar a intensidade dos nossos treinos de hipertrofia.

Resumindo, um défice calórico prolongado deve ser assegurado, em primeiro lugar, através da nossa dieta. Devemos, assim, considerar o cardio como a “última carta a jogar” quando numa fase adiantada da nossa dieta já estamos com um défice calórico elevado.



 

P: É possível perdermos massa gorda e ganhamos massa magra ao mesmo tempo?

R: Basicamente – Não! O melhor conselho que vos podemos dar é para deixarem de tentar provar que a ciência está errada. Tentar construir músculo e queimar massa gorda ao mesmo tempo só nos irá prejudicar na nossa jornada.

Para ganharmos massa magra (“massa muscular”), é necessário termos um excedente calórico na nossa dieta, que irá trazer como dano colateral o ganho de massa gorda (este processo é chamado como “bulk”). O tamanho do excedente calórico irá determinar a velocidade com que iremos ganhar o excesso de massa gorda. Isto é claramente o oposto do que iremos querer quando temos como objetivo a perda de massa gorda.

A perda de massa gorda requer um défice calórico, que irá ter como dano colateral a perda de massa muscular (este processo é chamado como “cutting”). O tamanho deste défice calóriro irá determinar quanta massa muscular iremos perder. Isto é claramente o oposto do que iremos querer quando temos como objetivo ganhar massa muscular.

Embora seja praticamente impossível, existem contudo vários cenários nos quais é possível fazê-lo:

1) Quando recorremos a químicos, como os esteroídes anabolizantes.
2) Quando começamos a treinar hipertrofia pela primeira vez.
3) Quando estamos muito acima do peso.
4) Quando estivemos muito tempo sem treinar hipertrofia.
5) Quando somos umas aberrações genéticas.

Então o melhor será focarmo-nos numa das opções primeiramente e depois na outra. Este é o modo que, tradicionalmente, a maioria dos bodybuilders utiliza, ou seja, primeiro focam-se em construir massa muscular (“bulk”) e depois em perder massa gorda (“cutting”), revelando assim os ganhos que adquiriram durante o período de ganho de massa muscular.

Parem de tentar andar sobre a água e concentrem-se apenas num objetivo.. “make some gains” 🙂

Se quiserem trabalhar na vossa transformação sem sacrifícios inúteis – enviem-nos um e-mail para geral@teamtransformerz.com

 


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Quando falhamos as nossas metas diárias, não atingindo por completo os macronutrientes que deveriamos e acabamos por comer o dobro do que tínhamos planeado, isto não nos faz com sejamos fracos. Apenas nos torna humanos.

É completamente normal isto acontecer. A melhor decisão que podemos fazer quando tal acontece é aceitar o que fizemos e lembrarmo-nos do objetivo a que nos proposemos e seguir em frente. Ninguém quer falhar de propósito, por isso não devemos perder tempo a pensar nos nossos erros e a martirizar-nos.

Confiem em nós neste assunto, pois já tivemos no passado as nossas batalhas com a compulsão alimentar, ansiedade e culpa. Mas se há algo que aprendemos, é que a culpa é uma emoção desperdiçada. Usem as calorias extra para abastecerem um treino brutal, e voltarem assim para a vossa dieta e os vossos macros.

O mais importante é, NÃO, cortarem as vossas calorias ou fazerem o dobro da atividade física na esperança de compensarem os vossos erros. Passar fome é algo que não deve acontecer com ninguém, principalmente com quem tem possibilidades para não o passar. Do mesmo modo, que começarmos a fazer maratonas de cardio como fossemos concorrer nos Jogos Olimpícos é algo que nos aproxima à criação de um distúrbio alimentar o que não é de todo o modo correto para mantermos uma dieta sustentável a longo prazo.

Lembrem-se que por vezes acontecem m*rdas que não é suposto aconceterem. Um dia mau não significa necessariamente que iremos ter uma semana, mês ou ano mau. Se cometermos um erro, devemos aceitá-lo e voltarmos à nossa dieta normalmente, sem cortarmos calorias, sem sessões duplas de treino e, DEFINITIVAMENTE, sem sessões extra de cardio.

 



Não devemos ter medo do sódio! Este desempenha um papel vital na regulação dos fluídos corporais. Sendo assim, não existe absolutamente nenhum motivo para limitar o seu consumo a não ser no caso da propensão à hipertensão.


Geralmente, pensamos que consumir muito sódio aumentará a retenção de líquidos, mas evitar o sódio é que poderá realmente causar este problema.

Picos repentinos de sódio podem contribuir de algum modo para a retenção de líquidos. Então, devemos tentar manter sempre um nível de sódio constante na nossa alimentação. Se consumirmos uma grande quantidade de sódio o nosso corpo, habituar-se-á a este consumo.

O sódio é fulcral para obtermos “pumps” e vascularização incríveis e é também essencial no transporte de potássio para as células musculares, o que nos irá fazer ter um look mais full (nota: um look full é quando os nossos músculos ficam mais volumosos).

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Quando retiramos o sódio da nossa dieta com o objetivo de tentar “perder água”, a nossa estética irá sair gravemente prejudicada pois iremos ficar com um look flat (nota: um look flat é quando os nossos músculos perdem o volume).

Não devemos assim restringir o consumo de sódio, mas sim manter um nível de sódio e um consumo de líquidos consistente. Normalmente, consumimos cerca de 4 a 5 litros de água por dia, pois ao contrário do que as pessoas costumam pensar, o consumo de água não prejudica, muito pelo o contrário, a nossa definição muscular.

Lembrem-se sempre que não somos mais espertos que o nosso corpo. Por isso, não tentem enganá-lo para terem uma aparência mais seca privando-o de algo que ele necessita.

Nota: Sabemos que é bastante díficil, mas tentem desviar a vossa atenção da vascularização e olhem para estes quadriceps! Que físico incrível!

Referências:

http://ajcn.nutrition.org/content/71/5/1013.full
http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=899663


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P: É realmente essencial bebermos o típico batido pós-treino, de modo a aproveitarmos a janela anabólica? Será isto um fator imperativo para o crescimento, ganhos e sucesso?

R: A maioria das pessoas vai vos fazer crer que o chamado batido pós-treino terá que ser tomado no período de 30 minutos após o nosso treino (janela anabólica). Ou seja, este mito refere que senão bebermos um batido de proteína ou comermos uma refeição à base de proteínas dentro de 30 minutos de terminarmos o nosso treino, vamos ter que dizer adeus aos nossos ganhos.

Provavelmente já muitas pessoas ouviram falar do conceito de “anabolic window”, que é o período, durante uma hora após o treino em que o nosso corpo absorve mais proteína do que o normal, Ou seja, supostamente temos que ingerir hidratos de carbono e proteína de rápida absorção neste período, pois senão o fizermos podemos entrar em catabolismo.

Esta teoria obriga-nos a transformar o batido e refeição pós-treino num ritual sagrado que se não for obedecido, limitará completamente os nossos ganhos. Muitas vezes, inclusive, ficamos com um grande peso na nossa consciência quando não conseguimos ingerir algo no pós-treino, seja por falta de tempo ou dinheiro.

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Será que a janela anabólica existe? Sim, mas na maioria dos casos dura entre 24 a 36 horas.

Num estudo feito em 2003, vários cientistas resolveram abordar este mito e testaram se a tal “anabolic window” realmente existe. Então, os cientistas descobriram algo curioso: Que a “anabolic window” existe, mas que não dura apenas uma hora e sim um dia inteiro(1). Ou seja, um treino é capaz de aumentar a síntese proteica por um período aproximado de 24 a 36 horas, sendo assim, o nosso corpo poderá absorver mais proteína durante este período.

Em conclusão, este estudo científico apenas mostra que não precisamos de ser escravos da “anabolic window” por pensarmos que teremos os nossos ganhos prejudicados se não nos alimentarmos imediatamente após o treino.

Para a maioria de nós que treinamos regularmente, praticamente vivemos num estado anabólico. Ou seja, o que comermos irá sempre ajudar na síntese proteíca muscular, já que os nossos músculos “vivem” num estado de crescimento e recuperação devido a fazermos treinos de hipertrofia.

Não existe então nenhuma necessidade de complicarmos o que por si só já é díficil e nos preocuparmos com a referida janela anabólica. Devemos então comer de acordo com os nossos objetivos e certificar-nos que estamos a cobrir as nossas necessidades diárias de macronutrientes, que treinamos duro e assim, iremos conseguir ter todos os resultados a que nos propomos, desde que monitorizemos o nosso progresso e ajustemos a nutrição e treino em conformidade.

Agora perguntam, então não precisamos de comer após o treino?

O importante é fazermos as mesmas calorias que faziamos anteriormente, inclusivé podemos continuar a tomar o batido pós-treino, contudo não precisamos de pensar que este batido fará uma enorme diferença, já que a “anabolic window” durará durante 24-36h e não somente uma hora após o treino. Portanto, alimentarmo-nos mais tarde é indiferente, desde que acabemos por comer as mesmas calorias. O saldo total das calorias que ingerimos durante o dia é o que terá maior impacto no ganho de massa muscular e não, apenas, um batido após o nosso treino.

Resumindo, quando um plano de treino sugere que um determinado número de repetições é melhor para ganhar massa muscular, muitas pessoas consideram tal facto “profano”, pois afirmam que os músculos “não sabem contar”, mas o facto de que o corpo tem um cronômetro anabólico de 30 ou 60 minutos parece ser melhor aceite pela maioria. Irônico, senão contraditório.

O Alan Aragon publicou um artigo sobre a janela anabólica pós-treino, se alguém estiver interessado em ler um artigo mais extenso sobre este assunto, poderão ler neste link: http://www.jissn.com/content/10/1/5

Referências:
1. Tipton KD, Borsheim E, Wolf SE, Sanford AP, Wolfe RR. Acute response of net muscle protein balance reflects 24-h balance after exercise and amino acid ingestion. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2003 Jan;284(1):E76-89.

 


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