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A indústria de suplementação está sumariamente a induzir-nos em erro sobre a importância da suplementação para obtermos os resultados que desejamos.

Para os homens dizem que têm que comprar o produto x para ganharem 10kg de massa muscular num mês.

Para as mulheres dizem que têm que tomar fat burners para perderem 10kg de massa gorda num mês.

Esquecem-se é de dizer que sem uma nutrição inteligente e sem sermos consistentes no treinos não vamos atingir nenhum dos objetivos que pretendemos!

Sendo assim, devemos investir MENOS em suplementos e MAIS na nossa nutrição e treino!

Podemos então ser inteligente na escolha da nossa suplementação. Por exemplos, se precisarmos a dado momento de mais energia para conseguir aguentar o nosso plano de treino podemos, simplesmente, comprar cafeína. Por outro lado, uma Whey é apenas uma fonte de proteína mais conveniente de incluirmos na nossa dieta, mas não é essencial para os nossos objetivos. Mas por cerca de 15€ podemos comprar Creatina para um ano, um suplemento que já foi provado cientificamente ser bastante eficaz.

Em conclusão, somos totalmente contra as falsas alegações existentes na indústria de suplementação que, por exemplo, é bastante visivel no uso das proprietary blends.

Nota: Proprietary blends é quando um suplemento diz que tem um ingrediente bastante eficaz na sua composição, mas não especifica a quantidade deste no suplemento. Por exemplo, o suplemento pode ter apenas 5% da dose necessária para este composto fazer efeito e depois introduzem 95% de outro composto, completamente, inútil.



 

O índice glicêmico não é assim tão importante como a sociedade pensa ser, pelo facto deste apenas se focar na rapidez com que os hidratos de carbono de X alimento são simplificados em glicose pelo nosso organismo, tirando de parte o número total de hidratos de carbono que esse alimento possui nessa ingestão – sendo este factor o que realmente importa, e apenas a carga glicêmica faz esta avaliação.

Vamos-vos salientar como o índice glicémico não importa realmente nada, e isto pode-se afirmar pelo facto de que o índice glicémico é sempre calculado por um alimento ‘sozinho’ e nunca acompanhado de uma refeição composta, passamos-vos a explicar: comer um prato de arroz branco não é a mesma coisa que comer um prato de arroz branco acompanhado de carne, gordura, etc… O nosso organismo não vai separar arroz para um lado carne para o outro, etc, ele vai formar um ‘bolo alimentar’ na sua totalidade e este ‘bolo’ será digerido muito mais consistentemente do que um ‘bolo alimentar’ apenas formado por arroz branco.

Ou seja, se fossem calcular o índice glicémico de uma refeição composta por arroz branco, carne e gordura, este não seria de alto IG mas sim de baixo IG, pelo facto de que a digestão seria composta por hidratos de carbono (embora estes fossem relativamente simples), proteínas e gordura, proteína e gordura são macro nutrientes de alta composição molecular, o que faz com que a digestão seja basta lenta em comparação com apenas um prato de arroz.

É por isso que na dieta flexível, deixamos os nossos membros comerem da sua preferência pessoal desde que alcancem os seus valores macro e micro nutricionais pretendidos diariamente, ou seja, tem de respeitar as doses de proteína, gordura e de hidratos de carbono (mais os hidratos dos quais fibra) em conjunto de uma boa base de alimentos que seja compostos por uma boa dose de micro nutrientes (vitaminas, minerais, etc…).


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Lei física da Energia Termodinâmica

Energia aplicada às Transacções de Energia do Sistema Orgânico Humano

Onde “E” é igual a energia expressa em quilocalorias, sendo que quilocalorias é uma unidade de medida (escala de medida) de calor (calor = energia termodinâmica).

Se “E absorvida/retida” (em consumo alimentar) = “E utilizada” (em todo o processo do organismo), assim sendo, a gordura corporal/peso corporal mantêm-se inalterados.

Se “E absorvida/retida” > “E utilizada”, então ocorrerá o ganho/composição de compostos adiposos (gordura) / ou peso (sendo que peso tanto pode ser músculo como gordura).

Se “E absorvida/retida” < “E utilizada”, então ocorrerá a perda/decomposição de compostos adiposos (gordura) / ou peso (sendo que peso tanto pode ser músculo como gordura).

Como vêm a nossa abordagem à nutrição é em volta de pura ciência, física (Leis Físicas) e matemática, não há como errar, o que tentamos perceber ao início é onde se encontra a vossa manutenção energética, para que então possamos criar um défice energético correto/adequado a cada situação (consumir energia e apenas o necessário abaixo da manutenção, ou seja, nunca descer energia (expressa em quilocalorias) “à maluca”) para que obtenham os resultados de perda de gordura desejados! Ou o inverso, criar um excedente energético correto/adequado a cada situação (consumir energia, e esta apenas na quantidade necessária à composição de novas células, ou seja, não “enfardar” à maluca mesmo os alimentos considerados “saudáveis” pois estes também têm energia termodinâmica, logo – contribuem para um excedente energético desnecessário, que leva à composição de massa adiposa)!!!

Física de Partículas (Composição de Partículas)

A física de partículas mostra-nos, se uma partícula tem mais massa, esta apresenta-se com um maior teor de energia, assim sendo para compor uma partícula massiva, é necessário uma quantidade de energia maior ou igual ao que esta possuí/irá possuir.

As partículas de gordura, necessitam de energia, para serem compostas. Gasta sem repor esta mesma quantia de energia, necessária a esta composição, de modo a decompor o mesmo número de partículas de gordura que terão sido compostas.

Quilocalorias é uma unidade de medida de energia termodinâmica. Consome a quantidade que necessitas, para compores a massa corporal que pretendes.

 



 

A grande vantagem que o conceito da dieta flexível veio trazer ao mundo é a ciência por de trás da nutrição. Explicamos então o nosso conceito de dieta e treino através destas 18 verdades comprovadas científicamente!

1) Não existe nenhum tipo de comida que nos aumente o ritmo metabólico.

2) Não criar restrições alimentares.

3) Não rotular a comida de “clean/dirty”, “saudável/não saudável”, pois não existe nenhuma evidência científica que comprove que algum tipo alimentar não seja saudável.

4) Não forçar fazer entre 6 a 7 refeições diárias, fazer apenas o número de refeições adequadas ao nosso estilo de vida.

5) Não dar importância ao horário das refeições (fazer refeições nas horas “certas” ex: pre-treino, pós-treino) como sendo um factor importante de modo a melhorarmos a nossa composição corporal e a nossa saúde, pois os horários de refeições devem ser apenas um preferência pessoal.

6) Não forçar ingerir 30g proteína a cada refeição ou forçar em espalhar os macronutrientes durante o dia, devido ao pensamento mítico que o sistema orgânico humano não consegue metabolizar/absorver/usar os nutrientes se toda a dose diária nutritiva for ingerida em apenas uma ou duas refeições.

7) Não forçar refeições de pré/pós-treino e não ligar ao mito da janela anabólica de 30/60min.

8) Não restringir a ingestão de sódio sem um motivo de saúde comprovado.

9) Cardio rápido não é melhor que cardio lento ou vice versa para perda de gordura/peso, na verdade o único factor em que a perda de peso/gordura ocorre é estando num défice de energia termodinâmica, cardio é apenas uma maneira de usar mais energia, e assim sendo a possibilidade de criar um défice energético, ainda assim esta não mete de parte a possibilidade de criar o mesmo défice energético apartir de cortes alimentares.

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10) Muito pouco cardio durante um défice de energia termodinâmica e apenas quando não for mais apropriado descer/retirar “calorias” apartir de cortes alimentares devido à “fome psicológica”, pois cardio é uma arma que deve apenas ser usada como adição/ferramenta posterior com fins de aumentar o gasto energético, porque numa fase inicial é desnecessário, visto que ainda dispomos de muitas “calorias” que podemos reduzir através de cortes alimentares.

11) Sem fat burners ou qualquer tipo de suplementos que nos acelere o batimento cardíaco, assim sendo, provocando um maior gasto energético.

12) Sem dietas típicas da moda como exemplo “0 hidratos de carbono, 0 gordura, e doses elevadas de proteína”.

13) Não é necessário consumir protéina de fonte biológica/fonte animal, não importa se são 20g de proteína de leite/carne/peixe/etc (boa qualidade protéica) vs. 20g de proteína provenientes de aliementos predominates de hidratos de carbono(arroz/massas/pão/etc) ou de fontes de gordura baixas em aminoácidos (ou seja proteína de baixa qualidade) pois a importância de aminoácidos é relativa face a um consumo diário/semanal suficiente em qualquer tipo/fonte de proteína apoiado em conjunto de um consumo suficiente de energia termodiânima. A qualidade protéica apenas seria de relevância se nos apresentassemos em um défice semanal abusivo de energia termodinâmica tornando o exemplo a 300 unidades de energia diárias medidas na escala calórica, ou seja, 300 kilocalorias por dia, dando aepnas um total semanal
de 2100 kilocalorias.

14) Sem dietas de ciclos nos hidratos de carbono ou qualquer benefício extra/plausível comparando com uma dieta fléxivel com as doses nutritivas apropriadas.

15) Doses semanais adequadas de macro e micro nutrientes a um objetivo X.

16) Energia Termodinâmica “in” vs. Energia Termodinâmica “out”.

17) Défice energético termodinâmico adequado/correto de modo a perder gordura e no objetivo de perder o mínimo de massa muscular possível durante esse processo.

18) Excesso energético termodinâmico adequado/correto de modo a proporcionar desenvolvimento muscular e no objetivo de ganhar o mínimo de gordura possível durante esse processo.

Se a nossa dieta não nos permite a oportunidade de comer, de vez em quando as nossas refeições favoritas, então se calhar é hora de experimentarmos uma abordagem diferente de modo a conseguirmos ter uma dieta que não prejudique o nosso estilo de vida e que consiga trazer-nos na mesma os resultados que pretendemos.

 



 

Todos se preocupam com o índice glicêmico mas poucos conhecem a carga glicêmica.

Ouvimos muitas pessoas a falarem de índice glicêmico como se fosse um dos maiores inimigos numa dieta onde na realidade não é bem assim que funciona, passo a explicar o que é a carga glicêmica para que possam entender do que vos falamos.

Carga glicêmica é o sistema de classificação para a alimentação rica em hidratos de carbono, que mede a quantidade de hidratos de carbono em uma porção de um alimento.

Alimentos com uma carga glicêmica (CG) abaixo de 10 são considerados alimentos de baixo-CG e têm pouco impacto sobre o nível de açúcar no sangue; alimentos entre 10 a 20 são considerados alimentos de moderado-CG e têm impacto moderado sobre o nível de açúcar no sangue, e alimentos acima de 20 são considerados alimentos de alto-CG, que tendem a causar picos de açúcar no sangue.

Como se relaciona a carga glicêmica ao índice glicêmico?

O índice glicêmico indica a rapidez com que um hidrato de carbono é digerido e metabolizado em glicose (açúcar de amido) na corrente sanguínea. Em outras palavras, a rapidez com que os hidratos são transformados em glicose (açúcar de amido) para a corrente sanguínea. Um alimento com um valor alto de IG, aumenta mais o nível de açúcar no sangue do que um alimento com um médio a baixo IG.

Mas o índice glicêmico não leva em conta a quantidade de hidratos de carbono em um alimento. Então a carga glicêmica é um melhor indicador de como um alimento de hidratos de carbono irá afetar o nível de açúcar no sangue.

Se um alimento tem um alto índice glicêmico mas uma baixa carga glicêmica – como um único X biscoito têm um IG de 74 mas um CG de 8,1 – como é que isso iria afetar o nível de açúcar no sangue?!

Alimentos de classificação alta na tabela de IG podem representar uma enorme porção desses alimentos, porque o IG não é baseado em tamanhos de porção padrão. Basicamente, se um alimento é classificado alto no índice glicêmico, é porque tem hidratos de carbono prontamente disponíveis para absorção rápida. No entanto, o mesmo alimento pode ter uma baixa carga glicêmica, devido ao facto de não ter muitos hidratos de carbono numa X porção total desse mesmo alimento. Uma baixa carga glicémica é o melhor indicador de que um alimento não terá muito impacto sobre os níveis de glicose no sangue.

Aqui estão dois exemplos:

A melancia tem um alto IG de 72, mas um CG baixo de 7,21. O alto IG é baseado em 5 xícaras de melancia, não num tamanho de porção real que seria 1 xícara. O baixo CG significa que uma porção de melancia não contém muitos hidratos de carbono, porque é principalmente água. O baixo CG indica que uma porção de melancia não terá muito impacto sobre o nível de açúcar no sangue.

As cenouras são outro exemplo de um alimento de baixo CG que muitas pessoas pensam que vai elevar muito o nível de açúcar no sangue (porque as cenouras têm um alto IG de 71) – mas isso não é verdade, porque o que a maioria das pessoas não sabe, é que a CG para as cenouras é de apenas 6. Portanto, a menos que coma ‘mais de meio quilo’ de cenouras em uma sessão, uma porção média de cenouras terá muito pouco impacto sobre os níveis de glicose no sangue. Dito isto, a produção de um sumo de cenouras – o que significa um consumo de mais cenouras de uma só vez – terá um impacto maior sobre a glicemia em relação a uma porção moderada de cenouras.

Mas tudo isto para vos dizermos que a chave para uma dieta saudável passa por sermos moderados comendo um pouco de tudo – sim um pouco de ‘tudo’!!!! E a isto se dá o nome de dieta flexível!

Porque por exemplo, vamos aumentar drasticamente o nível de açúcar no sangue, se consumirmos um alimento de baixo IG, se este for consumido em grandes quantidades/numa enorme porção (por exemplo: muitos mas muitos legumes, ou uma grande porção de arroz integral) em comparação com um alimento de alto IG (exemplo: arroz branco), consumindo este moderadamente, ou seja, este não iria afetar tanto o nível de açúcar no sangue em comparação com os do exemplo de baixo IG nas porções referidas, pois esta ingestão moderada deste alimento embora de IG elevado, iria ter menos hidratos de carbono na sua totalidade do que os outros referidos, daí proporcionar uma menor CG, assim sendo um menor aumento do nível de açúcar na corrente sanguínea em comparação.

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Isto é o que muitos artigos espalhados pela web prometem, “resultados rápidos”, “emagrecer rápido”, “perder peso rápido”, “ganhar massa muscular sem ganhar gordura”, “perder gordura sem perder massa muscular”, e a lista de pesquisa de ‘keywords’ continua, cabe à imaginação de cada um, e em cada uma delas aparecem artigos aos pontapés, cujo estes dizem desvendar “o segredo”, “a fórmula imbatível”, “aquilo que eles não querem que vocês saibam”, o tal “segredo”, e falam de alimentos X e Y, “os 8 alimentos que nunca devemos comer”, “os 5 alimentos que apenas podemos comer”, “os que trazem definição”, “os que emagrecem”, “os que dão ‘massa muscular limpa’”, reparem que este ultimo está duas vezes entre aspas, porque se já é massa muscular, como pode não ser “limpa”?..

Mas isto tudo para vos dizer que o único factor que realmente importa tanto na decomposição como na composição corporal, é a quantidade de energia termodinâmica que acumulamos ao longo de uma semana, sim, exatamente, o metabolismo é um processo semanal, e não de apenas horas ou dias.

E agora vocês perguntam e então os macro nutrientes e micro e fito nutrientes, não importam?

Optimizam os resultados, uma ordem correta de ingestão de macro nutrientes é o que mais optimiza, estes são os que nos fornecem a energia termodinâmica:

1g de hidratos = 4 unidades de energia termodinâmica expressas na escala de quilocalorias;
1g de proteínas = 4 unidades de energia termodinâmica expressas na escala de quilocalorias;
1g de gordura = 9 unidades de energia termodinâmica expressas na escala de quilocalorias;

Se fosse medido por exemplo na escala de quilojoules, seriam outros valores, mas o importante, é que energia termodinâmica é “calor”, e calor é sempre calor, venha de onde vier, desde que o consigamos absorver e metabolizar/utilizar.

Ou seja, não se emagrece de forma rápida e eficaz, pode-se emagrecer rapidamente, mas perder peso é muita coisa, não é propriamente 100% em gordura:

Perder peso pode ser, gordura, pode ser água devido ao corte nos hidratos de carbono, pois cada grama de hidratos pode acumular até 3g de água, pode ser em decomposição de células musculares, também ao comermos menos gordura, temos uma produção reduzida de hormonas, e estas influenciam também o nosso peso.

E porquê que não perdemos apenas tudo em gordura ao fazermos dietas num défice energético abusivo?!?

É simples, o nosso organismo decompõem/oxida compostos adiposos (gordura da nossa reserva) em apenas X gramas numa semana, ou seja, adquirir um défice energético para além desse X que conseguimos oxidar/decompor, é totalmente inútil e desnecessário, e só fará com que decomponhamos compostos musculares, que basicamente é o mesmo que dizer que estamos nos a matar.

Por exemplo, a nossa manutenção corporal encontra-se a 2500kcals, e só conseguimos oxidar gordura da nossa reserva para nos fornecer 300kcals, acham que seria uma abordagem inteligente descer para as 2000kcals?!?

Não!!! Pois o nosso organismo iria ficar à “fome” por 200kcals, e isso iria se refletir numa decomposição celular (massa muscular)!! Como não tínhamos energia suficiente para fornecer X células que estavam a ser “alimentadas” pelas 200kcals, essas X células “morreriam”, entrariam em decomposição, como tudo o resto na vida quando não recebe a energia necessária à sua manutenção!

Tem de ser progressivamente, descíamos aos poucos, até o nosso metabolismo ir-se adequando ao novo défice energético (fazendo com que estagnássemos) e só aí é que podíamos voltar a descer novamente kcals, e novamente de maneira progressiva!!!…

Este processo todo pode parecer muito confuso para alguns, para outros não tanto, mas não se preocupem, é por este mesmo motivo que têm aqui a nossa equipa à vossa disposição de modo a alcançarem os resultados que tanto procuram!

Os vossos resultados são o reflexo do nosso gosto e empenho, pois a nossa equipa procura apenas a excelência, melhoramos a cada troca de email!

A nossa abordagem à nutrição, é algo que se mantém a longo prazo, e não uma simples dieta da moda!!

 



 

Considera-se metabolismo, as reações químicas que ocorrem dentro do organismo e, que têm a função de mudar ou produzir moléculas.
Este pode estar presente de duas formas: no estado anabólico ou catabólico.

No estado de anabolismo, ocorre a formação de compostos e no estado de catabolismo ocorre a quebra/decomposição de compostos. No caso de dietas para perda de peso, considera-se que a pessoa sofre o processo de catabolismo, tornando algumas partículas do organismo degradadas, gerando assim, a diminuição do peso.

Ou seja ao contrário do que se pensa, que anabolismo é considerado o estado de criação de massa muscular e catabolismo é o contrário, destruição de massa muscular, a ciência diz-nos outra coisa, verificando a nível atómico anabolismo é a formação de compostos, estes tanto podem ser compostos musculares como adiposos (gordurosos), assim o inverso para catabolismo se aplica também, decomposição de compostos moleculares tanto a nível muscular como adiposo.

Hoje em dia muito se comenta sobre o metabolismo, as pessoas possuem interesse em conhecer seu próprio ritmo metabólico. Surgem várias dúvidas sobre essa questão, contudo, é mais simples do que parece. Não existe uma fórmula que torne o metabolismo menos ou mais acelerado, são vários fatores que estão envolvidos e que devem ser considerados e avaliados individualmente para se ter ideia de qual tipo é o metabolismo de cada um. O peso, a percentagem de gordura corporal, a idade, a altura, o sexo, a atividade física, são fatores importantes na regulação do metabolismo. Por exemplo, aqueles que apresentam mais peso necessitam de um valor energético maior, a idade mais avançada torna o metabolismo mais lento, os homens possuem maior massa muscular em relação às mulheres e com isso possuem um metabolismo mais rápido. Além disso, a prática de exercícios físicos deixa o metabolismo mais rápido. Todos esses dados devem ser considerados quando o assunto refere-se ao metabolismo de cada pessoa.
Mas como já falámos várias vezes, o único factor que não se consegue medir e que tem de ser por tentativa e erro, e que influencia o ritmo metabólico, é o quanto de energia temos vindo a consumir ao longo de X tempo.

Apenas para se manter o organismo vivo é gasta uma certa quantidade de energia, assim quando se respira, dorme, e tudo o resto das funções vitais, o organismo necessita de energia, esse valor está relacionado ao metabolismo basal de cada um. Já no caso da perda de peso, ocorre a diminuição no valor energético, com o tempo o organismo passa a exigir menos energia para a execução das funções vitais, tornando o metabolismo mais lento e adaptado a tal situação. Esse é o conhecido efeito Plateau, nesse caso é preciso a diminuição do valor energético através do aumento da atividade física, ou da redução alimentar, ou de ambos em conjunto, para que assim continue ocorrendo a perda de peso esperada.

Com isso, nota-se que em todas as situações, seja ela para perda, ganho ou manutenção do peso a necessidade energética será diferente de uma pessoa para outra.

Isto tudo pode parecer muito confuso para alguns, para outros não tanto, mas não se preocupem, é por este mesmo motivo que têm aqui a nossa equipa à vossa disposição de modo a alcançarem os resultados que tanto procuram!

 



 

Muitas pessoas têm a impressão errada de quem faz uma dieta flexível só come “fast food” e doces. Mas isto não é verdade!
Quando tentamos acertar o rácio de macronutrientes favorável para atingirmos a nossa composição corporal ideal, em que temos níveis de proteína e fibra elevados, será impossível de o fazer apenas comendo “fast food”.

A questão é que quando cobrimos as nossas necessidades nutricionais com alimentos ricos em fibra, proteína e micronutrientes, poderemos comer alguns alimentos pelo os quais temos desejo, para atingirmos o resto dos nossos macros. Deste modo, eliminamos aqueles desejos a que nos restringimos, estupidamente, que por vezes tornam a nossa dieta num sofrimento insustentável.

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Por exemplo, se tivermos um metabolismo rápido e em “off-season” estamos a comer 500g de hidratos de carbono e 100g de gordura, porque estamos a tentar ganhar massa muscular, fará assim grande diferença comermos um McFlurry se já ao fim do dia atingirmos os níveis de macro, fibra e micronutrientes? Claro que não!

Por outro lado, se tivermos um metabolismo lento e estivermos numa dieta com um défice calórico em que apenas estamos a comer 100g de hidratos de carbono, será inteligente gastarmos 74g desses hidratos de carbono em 2 McFlurrys? Obviamente que não! Isto seria o mesmo que ganharmos 500€ por mês, assumindo que não temos poupanças, e gastarmos 400€ para passar um fim-de-semana num hotel de 5 estrelas, ficando o resto do mês sem dinheiro para nos sustentarmos.

 



 

Partilhamos a transformação do Tiago Ferreira (instagram: tiagoferreirafitness) feita em cerca de 8 semanas. No seu testemunho o Tiago explica a diferença de ser acompanhado pela Team ou por outros preparadores que defendem certos mitos absurdos que já foram comprovados cientificamente serem inúteis, e por vezes prejudiciais, para atingirmos os objetivos que pretendemos:

“Iniciei a minha fase de bulk com um preparador que era contra contar macros, toda a minha dieta era feita a “olho”. Comecei com 76 kgs o acompanhamento e acabei com 102 kgs. Durante este acompanhamento o preparador dizia-me para comer “limpo” durante a semana e ao fim-de-semana podia comer o que me apetecesse. Evidentemente, que acabava por ingerir calorias desnecessárias e quantidades de comida exorbitantes.
Na época, até me senti bem, pois para um puto de 18 anos ter 100 kgs era brutal, sentia-me gigante. Infelizmente, apercebi-me que não estava com a definição muscular que sempre quis ter, sentia também que o meu metabolismo estava lento e cada vez tinha mais facilidade em acumular muita gordura, o que fazia com que aos olhos dos meus amigos estivesse, simplesmente, “gordo”.

Entretanto, contactei vários preparadores online, pedi conselhos e paguei por vários planos, segui-os à risca, no qual tive sucesso na fase de secagem mas sempre através de grandes restrições calóricas e onde era “obrigado” a comer sempre os mesmos alimentos. Isto fazia com que andasse sempre preocupado com as horas das refeições e que fosse obrigatório andar com os tupperwares atrás. Por outro lado, evitava ir festas, jantares e ir de férias…

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Algum tempo depois, descobri a página da Team Transformerz, em que o meu preparador a partir desde esse dia para além de se tornar no meu “coach”, tornou-se num grande amigo.

Ao fim de algumas semanas comecei a ter grandes resultados, aprendi a controlar e adaptar a minha dieta consoante o meu dia-a-dia e deixei que a nutrição fosse uma obsessão. Aprendi que o mais importante foi conseguir ser consistente, de modo a atingir resultados sustentáveis, e sem dúvida que quando tive uma alimentação altamente restritiva foi me impossível atingir os objetivos que pretendia, pois é impossível mantê-la a médio/longo prazo.

Tudo isto para vos dizer: “Dieta não é tortura”, por isso, façam as vossas escolhas, aprendam a conhecer o vosso corpo e nunca se esqueçam que só vivemos uma vez, e que uma das melhores coisas que podemos tirar partido da vida é comer”.

 

 


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A Team Transformerz promove uma abordagem de orientação nutricional equilibrada e flexível, sem planos e horários restritos. Deste modo, cada um gere a sua ementa cada dia, adaptando-a à sua rotina e preferência!

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