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Quando pensamos em autocontrolo, pensamos muitas vezes no quão difícil é ou parece ser.

Seja por passarmos demasiadas horas em frente à televisão, em vez de irmos ao ginásio; por ficarmos acordados até tarde em vez de dormir; por comer o chocolate em vez da banana…. Seja o que for, que nos faça sentir melhor no momento e pior a longo prazo, trabalhar o auto controlo é um território conhecido de todos.

O autocontrolo pode ser definido como a auto-regulação de impulsos que vão contra os nossos objetivos duradouros. Quanto mais direta a nossa interação com uma tentação e o mais difícil que sentimos que é resistir, mais óbvio é que estamos a exercitar o autocontrolo.

No entanto, pensamos muitas vezes no autocontrolo como sendo apenas ligado à “força interior” de cada um, menosprezando o papel do contexto. De facto, alterarmos o ambiente à nossa volta, é também, uma forma efetiva de autocontrolo e são as primeiras estratégias que devem ser utilizadas para controlarmos determinado tipo de comportamento em nós.

Por exemplo, se queremos comer de forma saudável, uma das estratégias que devemos implementar é não ter em casa alimentos que não vão ao encontro do nosso objetivo, ao invés de acharmos que temos sempre de ter a força de vontade suficiente para estarmos a olhar para um chocolate e não o comermos.

Temos de ter autocontrolo quando estamos perante duas opções: uma em que é esperada gratificação imediata e outra em que adiamos a gratificação, de forma a irmos ao encontro de objetivos que são importantes para nós.

O autocontrolo deve ser iniciado pela pessoa, com a intenção de atingir um objetivo mais importante, ao invés de um menos importante (por exemplo, emagrecer vs sentir-me bem agora a comer este chocolate).

Ainda que em alguns momentos, o autocontrolo já não seja necessariamente consciente, como por exemplo, quando já temos um determinado hábito que faz parte da nossa rotina, em algum momento da nossa vida, já tivemos de ter autocontrolo para o adquirir.

É comum olharmos para alguém que sentimos que consegue fazer determinada coisa que nós também gostaríamos de fazer e pensarmos como parece não lhe custar nada. “É tão fácil para ele fazer exercício” ou “come sempre de forma saudável”.

Pode já ser um hábito para essa pessoa e retirar prazer disso, mas em algum momento, também teve de praticar o autocontrolo, para adquirir essa rotina.

Vamos a isso?

Comecem por pensar no que podem alterar no vosso contexto para vos ajudar a prosseguir os vossos objetivos: cortar da lista de supermercado determinados alimentos para não se cair em tentação mais tarde ou deixar as refeições feitas no fim de semana para na correria do dia-a-dia, a falta de tempo não ser um motivo?

São apenas alguns exemplos, para pensarem nas vossas situações de vida 🙂

Referências: Duckworth AL, Gendler TS, Gross JJ. Situational Strategies for Self-Control. Perspect Psychol Sci. 2016;11(1):35-55. doi:10.1177/1745691615623247



Alterar os nossos hábitos alimentares e a nossa forma física, é um processo que, tal como todos os processos, levam tempo e têm os seus altos e baixos, podendo, por isso mesmo, ter momentos em que geram frustração. E levar à tentação de desistir. Este processo muitas vezes é um “ciclo vicioso”.

Se à partida somos uma pessoa com uma baixa autoestima, que não confia na sua capacidade de realizar as coisas, ao ser confrontado com os momentos de maior frustração (como ainda não ter perdido o peso ou o volume que desejava ter perdido até aquele momento, ou ter tido uma grande vontade de comer doces e ter cedido), pode interpretar esse acontecimento como algo que confirma as ideias que tinha previamente acerca de si próprio.

“Eu já sabia que não ia ser capaz”, “não me consigo controlar, nunca vou conseguir perder peso”, são pensamentos que por vezes podem vir à cabeça.

Por outro lado, a confirmação da ideia que tem acerca de si próprio, leva a um aumento da frustração, o que pode gerar vontade de desistir ou pouco investimento, pela crença prévia de que não irá ser capaz.

O pouco investimento na dieta ou a desistência, não irá trazer os resultados esperados, pelo que a confirmação de “eu não sou capaz” está feita, ainda que inconscientemente.

Identificar estes processos pelos quais passamos, muitas vezes sem dar conta, é o que funcionará como gatilho para podermos fazer diferente, para percebermos que estamos a agir com base em crenças que temos acerca de nós próprios e que automaticamente nos estamos a sabotar.

É importante que nos lembremos de quais são os nossos objetivos, para nos mantermos focados.

O que é que eu quero atingir? Porque é que quero fazer isto? Porque é que isto é importante para mim?

E aceitar.

Aceitar que somos humanos, que às vezes ficamos frustrados, que às vezes nos apetece comer alguma coisa que não deveríamos e que não é isso que nos define.

Não é isso que invalida todo o processo, se não o pusermos em causa, e principalmente, se não nos pusermos em causa por isso.

Cada dia que atingimos os nossos objetivos diários de alimentação e treino, é uma confirmação de que somos capazes.

Acabem o vosso dia a rever o que fizeram da maneira que queriam e como irão fazer no dia a seguir, sem julgamentos e a focar no positivo.



Já se aperceberam de como a Nutrição e a Psicologia andam cada vez mais de mãos dadas?

Cada vez mais é a emoção a mandar nos nossos “apetites” em vez de ser a fisiologia! Cada vez mais nos apanhamos a “comer as nossas emoções”!

Infelizmente este consumo emocional pode atingir proporções, verdadeiramente preocupantes, quando é usado como forma de fugir à realidade, de não pensar nem sentir nada… basicamente como forma de fuga para não se lidar com os verdadeiros motivos que estão por trás deste comportamento.

É facto que vivemos vidas cada vez mais stressantes, parece que o tempo não chega para nada, parece que estamos sempre em falta, que para chegar a um lado, deixamos cair o outro… andamos todos ansiosos, até as crianças!

Em resposta a uma situação de stress, é impressionante perceber a quantidade de calorias consumidas em apenas 15 minutos. Esta experiência foi feita num estudo divulgado num documentário há uns meses atrás.

Por muito duro que parece dizê-lo, muitas vezes lidamos com a comida, na procura de conforto, como algumas pessoas fazem com o álcool ou com as drogas. Pode parecer exagerado, mas é verdade! Aliás, levado a extremos, atinge situações dramáticas em que a comida quase parece ter um efeito anestésico.

O problema é que, se durante o momento em que se está a comer, tudo parece melhor e, inclusivamente, há uma sensação de bem-estar, muito rapidamente isto se inverte e a queda na culpa, remorso e auto flagelação, é a pique… e entra-se num ciclo vicioso em que a manobra utilizada na procura do bem-estar é a mesma que vai provocar a sensação de fracasso e frustração que vem a seguir…

É muito fácil isto tornar-se num comportamento patológico que, facilmente, evolui para um distúrbio alimentar sério, algo que pode pôr em risco a saúde e a vida!

Por tudo isto é fácil perceber o quão importante é a vertente do acompanhamento psicológico, porque seja o que for que induz estes comportamentos, não é com comida que vai ver resolvido.

Aliás, o comportamento compulsivo é uma forma de castigo, é a nossa cabeça a fazer-nos maltratar a nós próprios e isto precisa de ser encarado com seriedade para que o apoio seja o correto e direcionado ao verdadeiro problema.

Hoje em dia o Obesidade mata mais pessoas do que as drogas, a alimentação tem o potencial de se tornar uma arma, se a nossa cabeça assim o decidir!

Por tudo isto a Team Transformerz decidiu incluir uma nova valência no seu serviço, disponibilizando apoio psicológico a quem sentir que dele necessita. Cada vez mais queremos oferecer uma abordagem que tem em conta a importância da gestão do stress e da ansiedade, algo fundamental para alcançar resultados e mantê-los!



A Team Transformerz tem imenso orgulho em anunciar uma nova faceta no seu serviço.

Como decerto já sabem, é um dos fatores que pode determinar o sucesso ou insucesso de uma dieta é a motivação. Certo ou errado, é isto que acontece. Como tal,  é muito importante que o nosso bem estar psicológico esteja assegurado ao longo de todo o processo de dieta e na realidade, todo o processo de transformação corporal.

A verdade é que com o ritmo de vida que muitos de nós levamos atualmente, com stress em excesso, situações financeiras imprevisíveis, poucas horas de sono… É fácil ficar com o bem estar psicológico afetado, produzindo efeitos bastante negativos na nossa saúde tanto psicológica como física, por arrasto.

Assim sendo, a nossa equipa está determinada em proporcionar o acompanhamento mais completo do mercado. Acreditamos que é fundamental olhar para a nossa saúde de um modo completo, não descurando nenhuma vertente.

Até agora, os nossos principais focos eram a dieta e o treino, mas estamos a alargar o nosso serviço para incluir também um apoio ao nível psicológico.

É verdade. Os clientes da Team Transformerz vão poder usufruir de apoio psicológico com um terapeuta certificado e experiente ao longo do seu acompanhamento sem qualquer custo adicional!

Não queremos que exista qualquer razão para os nossos clientes não obterem os resultados que desejam. Como tal, com este grande passo que o nosso acompanhamento está a dar, vamos conseguir fazer uma diferença muito significativa na motivação e consequente adesão ao programa em inúmeras pessoas com quem trabalhamos.

O nosso objetivo é melhorar o nosso serviço e o nosso impacto a cada oportunidade possível. Contem connosco para mudar a vossa vida!



O stress tem sido identificado como tendo um impacto significativo no excesso de peso e obesidade, especificamente como sendo um gatilho para a compulsão alimentar.

A evidência científica demonstra que a gestão do peso é complexa, sendo importante compreender a multiplicidade de variáveis e de diferenças individuais no que concerne ao stress percebido, recursos psicológicos, resiliência e qualidade de vida, de forma a promover melhores resultados na perda de peso e na manutenção de um estilo de vida saudável.

Os estudos demonstram que programas que incluem acompanhamento nutricional, exercício físico e acompanhamento psicológico têm melhores resultados comparativamente a programas que incluem apenas acompanhamento nutricional e exercício.

Qualquer mudança exige esforço, dedicação e tempo. Por vezes, não é um caminho fácil e podemos sentir em algum momento que não estamos a conseguir atingir os objetivos que planeámos para nós. É nesse sentido que surge o acompanhamento psicológico. Para que tenha ao seu dispor todas as ferramentas necessárias para a transformação que quer fazer e a melhoria do seu bem estar físico e mental.

São vários os fatores psicológicos que influenciam o comportamento alimentar.

O acompanhamento psicológico irá ajudá-lo a identificar os pensamentos, sentimentos e comportamentos que não o estão a permitir atingir os objetivos que definiu para si. Muitas vezes temos pensamentos e comportamentos de sabotagem, que não damos conta, ou procuramos na comida uma espécie de “conforto emocional”.

Identificar estes pensamentos e comportamentos, é o primeiro passo para aprendermos a lidar com eles de forma positiva e adaptativa. Às vezes até já os identificámos, mas parece que falta o “click” para conseguirmos fazer diferente. Agora tem ao seu dispor todas as ferramentas para atingir os seus objetivos!

 

Referências:

Barnes, M. S., & CASSIDY, T. (2018). Diet, Exercise and Motivation in Weight Reduction: The Role of Psychological Capital and Stress: Diet, Exercise and Motivation in Weight Reduction . JOJ Nurse Health Care, 9(5), 1-6. https://doi.org/10.19080/JOJNHC.2018.09.555775


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A Team Transformerz promove uma abordagem de orientação nutricional equilibrada e flexível, sem planos e horários restritos. Deste modo, cada um gere a sua ementa cada dia, adaptando-a à sua rotina e preferência!

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Marca Registada em Portugal e na União Europeia.

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